Parabéns as mulheres pelo dia de hoje. Espero que ao menos hoje, no dia da mulher, você reserve um tempinho para você fazer alguma coisa por você. A famosa reunião com você mesmo. Onde você investe seu tempo hoje, define completamente onde você vai chegar, depois não adianta reclamar.
Gostei da pesquisa da Nielsen sobre o estresse feminino, segue abaixo o texto preparado pela nossa jornalista, Rita Palladino, para o Você com Mais Tempo:
Na semana da mulher, uma pesquisa realizada pela consultoria Nielsen, especialista em análise de mercado, em 21 países emergentes e desenvolvidos, mostra que, no Brasil, cerca de 67% das mulheres se consideram estressadas na maior parte do tempo. A empresa entrevistou 6.500 mulheres de todo o mundo, sendo 318 no Brasil.
O país com a maior proporção de mulheres que se dizem estressadas é a Índia (87%), seguida por México (74%) e Rússia (69%). As brasileiras ocupam a quarta colocação.
Entre os países desenvolvidos, as mais estressadas seriam as espanholas (66%) e as francesas (65%). No outro extremo da classificação ficaram as suecas e as malaias, ambas com 44% das mulheres afirmando estarem estressadas a maior parte do tempo.
A pesquisa da Nielsen concluiu que as mulheres entrevistadas desempenham funções que contribuem para aumentar seus níveis de estresse, mas as estruturas sociais em torno delas variam muito entre países desenvolvidos e emergentes, variando, portanto os níveis de exposição dessas mulheres ao estresse. Como resultado, mulheres em países emergentes tendem a sentir maior pressão.
Analistas da Nielsen, comentando o resultado da pesquisa, sugerem que muitas empresas e locais de trabalho no mundo se desenvolveram, mas a sociedade ainda tem muito para evoluir, e que isso não ajuda na evolução do papel da mulher na sociedade e colabora para o aumento do estresse a ser suportado por elas.
Os especialistas afirmam que as mulheres sentem a cobrança para ter uma carreira moderna e manter as responsabilidades da vida familiar de acordo com os padrões tradicionais.
No estudo, 75% das mulheres de países emergentes disseram ainda que computadores e telefones celulares mudaram suas vidas para melhor. Entre as mulheres de países desenvolvidos, esta proporção cai para pouco mais da metade.
by Rita Palladino
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