Coworking funciona para todo mundo?

Nos últimos anos, começaram a pipocar espaços de coworking, um modelo de trabalho onde você compartilha recursos entre diversas empresas em um mesmo espaço, com tipos de pagamento extremamente flexíveis. Startups, empreendedores solo e pequenas empresas estão entre os principais clientes desse padrão de escritório. Existem diversas vantagens nessa fórmula adotada, como: preço, agilidade e o networking criado entre pessoas de diferentes áreas e segmentos.

As vantagens parecem sedutoras, mas as desvantagens também são grandes. Eu já tinha ouvido de diversos amigos e empresários que usam coworking o lado positivo e o negativo, mas em minha última viagem, eu experimentei por alguns dias trabalhar neste formato.

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Minha opinião é que, simplesmente, é improdutivo. Um ambiente de coworking, teoricamente, “estimula a colaboração”, porém no fundo o que acontece é o estímulo a interrupção. Acho que estimula pessoas improdutivas a estragarem a produtividade daquelas que são produtivas, com interrupções constantes, brincadeiras e distrações de toda a espécie.

Imagine que você é uma pequena empresa, com dois funcionários e está tentando desenvolver seu negócio. Como você cria uma cultura em um ambiente com múltiplas culturas interagindo? Como você consegue manter o foco do time se de repente um grupo de outra empresa levanta e começa a comemorar uma venda? Como reter talentos em um lugar onde você tem uma feira de empregos ao redor? Como ser produtivo com tantas coisas acontecendo?

Conversando com as pessoas que partilhavam daquele local perguntei sobre seus projetos e como andavam os prazos. Todos que falei, sem exceção, estavam atrasados em relação ao cronograma ou tendo que trabalhar longas horas para fazer acontecer.

Claro que sempre tem como comprar um headphone com isolamento acústico, mas acho que isso todo dia acaba cansando. Eu nunca teria uma empresa em um espaço de coworking, simplesmente não condiz com minhas crenças.

Em um escritório aberto é difícil de manter a concentração, imagina em um escritório aberto com pessoas de diferentes objetivos, estratégias, modelos mentais, culturas, etc. Não é fácil, precisa além de gostar desse tipo de interação, ter a capacidade de funcionar em ambientes assim. Claro que tem muita gente que funciona bem, mas com certeza está longe de ser a maioria.

Foco é a moeda mais valiosa hoje em dia, quem consegue manter seu foco, faz mais com menos. É trabalhar de forma mais inteligente e não com mais esforço. Não é porque você usa um escritório privativo para sua empresa, que você não vai inovar, co criar ou ter ideias diferentes. Inovação não vem apenas do ambiente, está em todos os lugares.

O próprio conceito de escritórios abertos que já vem de algumas décadas. Em diversas pesquisas já se provou que ele não estimula tanto a comunicação como achavam que ia acontecer, além de piorar o estresse e a produtividade corporativa. Tanto que hoje está na moda, dentro das empresas, as salas de concentração. Será uma volta ao passado ou apenas uma constatação do óbvio?

E você, já trabalhou em coworking? Sofre com distrações em espaços abertos? Vamos continuar essa conversa no blog.

Até a próxima!

Qual sua visão sobre escritórios abertos e coworking?

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Você trabalha em um escritório aberto? Utiliza algum espaço de coworking?

Como é sua produtividade nesse ambiente? Muitas interrupções? Barulho? Você tem alguma reclamação ou elogios?

O futuro da produtividade está no seu corpo. Android Wear

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Há alguns anos atrás começaram a surgir os “dispositivos de vestir”, como a pulseira da Nike, os controladores de corridas que ficam no tênis (não sei o nome), Google glass, balanças que sincronizam seus dados para seu celular e por ai vai.

Parece que a tendência veio para ficar e isso vai mudar radicalmente a forma como você lida com sua produtividade. Ano passado as pulseiras que monitoram seus passos, calorias gastas, qualidade do sono e até pressão começaram a tomar conta das prateleiras de lojas como a Best Buy e supermercados nos EUA. Não é difícil de ir em uma Starbucks e reparar que em cada 10 pessoas, uma tem algum tipo de pulseira. E em cidades como San Francisco, o número de usuários é quase o triplo.

No mês passado, vi no evento Launch, em San Francisco, a apresentação da OMSignal (http://www.youtube.com/watch?v=hMiOmJHXyC4#t=72) que criou roupas que tem uma série de sensores, capazes de captar temperatura, pressão, problemas de saúde, etc. Algo realmente presente nos melhores filmes de ficção científica.

A onda agora são os smartwatches, que nada mais são do que relógios que funcionam como um smartphone, sendo capazes de ler e-mails, avisar de reuniões, checar temperatura do local, atender ligações, atualizar e ver seu Facebook, etc.

Hoje o Google apresentou o Android Wear (https://www.youtube.com/watch?v=QrqZl2QIz0c) , que será o sistema operacional Android para dispositivos “de vestir”. Vários fabricantes já estão correndo para lançar dispositivos ainda este ano com a novidade. Eu queria muito um smartwatch, quase comprei o da Sony (http://www.youtube.com/watch?v=Vv02G7tSdNk) que para mim pareceu ser o mais legal, porém com tantas novidades chegando em poucos meses, seria sair de cara atrasado, então vou esperar para ver o que acontece.

Muita coisa legal vai ser lançada nessa área e isso vai mudar muito nossa produtividade. Conseguir antecipar ações, ajudar a tomar melhores decisões, integrar meios e ainda dizer se você está cansado e não vai mais conseguir terminar aquela tarefa, pode realmente mudar nosso conceito do que é ser produtivo. São dados, ligados ao seu corpo, gerando mais informações. Estou bastante confiante nessas tecnologias, agora é esperar para ver.

ps: Por enquanto, muito infelizmente, a Microsoft ainda não deu sinais de quando vai lançar o Surface Watch..

O futuro da produtividade está no seu corpo.

Há alguns anos atrás começaram a surgir os “dispositivos de vestir”, como a pulseira da Nike, os controladores de corridas que ficam no tênis (não sei o nome), Google glass, balanças que sincronizam seus dados para seu celular e por ai vai.

Parece que a tendência veio para ficar e isso vai mudar radicalmente a forma como você lida com sua produtividade. Ano passado as pulseiras que monitoram seus passos, calorias gastas, qualidade do sono e até pressão começaram a tomar conta das prateleiras de lojas como a Best Buy e supermercados nos EUA. Não é difícil de ir em uma Starbucks e reparar que em cada 10 pessoas, uma tem algum tipo de pulseira. E em cidades como San Francisco, o número de usuários é quase o triplo.

No mês passado, vi no evento Launch, em San Francisco, a apresentação da OMSignal (http://www.youtube.com/watch?v=hMiOmJHXyC4#t=72) que criou roupas que tem uma série de sensores, capazes de captar temperatura, pressão, problemas de saúde, etc. Algo realmente presente nos melhores filmes de ficção científica.

A onda agora são os smartwatches, que nada mais são do que relógios que funcionam como um smartphone, sendo capazes de ler e-mails, avisar de reuniões, checar temperatura do local, atender ligações, atualizar e ver seu Facebook, etc.

Hoje o Google apresentou o Android Wear (https://www.youtube.com/watch?v=QrqZl2QIz0c) , que será o sistema operacional Android para dispositivos “de vestir”. Vários fabricantes já estão correndo para lançar dispositivos ainda este ano com a novidade. Eu queria muito um smartwatch, quase comprei o da Sony (http://www.youtube.com/watch?v=Vv02G7tSdNk) que para mim pareceu ser o mais legal, porém com tantas novidades chegando em poucos meses, seria sair de cara atrasado, então vou esperar para ver o que acontece.

Muita coisa legal vai ser lançada nessa área e isso vai mudar muito nossa produtividade. Conseguir antecipar ações, ajudar a tomar melhores decisões, integrar meios e ainda dizer se você está cansado e não vai mais conseguir terminar aquela tarefa, pode realmente mudar nosso conceito do que é ser produtivo. São dados, ligados ao seu corpo, gerando mais informações. Estou bastante confiante nessas tecnologias, agora é esperar para ver.

ps: Por enquanto, muito infelizmente, a Microsoft ainda não deu sinais de quando vai lançar o Surface Watch..

Criatividade no trabalho torna a produtividade muito mais prazerosa.

by Américo Barbosa

Aliar prazer e produtividade no trabalho é possível. A criatividade ajuda a encontrar processos e resultados inovadores que, na grande maioria das vezes, ajuda a melhorar o resultado pretendido com o esforço.

O ser humano, ao longo da vida, se torna cada vez menos criativo. Mas é essa característica que serve como primeiro passo para vencermos os paradigmas do nosso dia a dia, na empresa, em casa, na vida.

No mundo empresarial, o profissional que sabe usar a criatividade a seu favor é capaz de enxergar o que pode ser modificado em prol de prazer e produtividade e diferenciá-lo do que não muda.

O segredo está em educar a percepção e buscar não a resposta certa, mas a pergunta certa. Os paradigmas são problemas que costumam se tornar quase-definitivos na nossa mente, e a forma como lidamos com eles é que os torna inquebráveis ou não.

Como uma pessoa enxerga os fatos que aparentemente não têm solução? Quem responde que determinado problema ‘não tem jeito’ ou que o modo de executar certa tarefa ‘sempre foi assim’ acostuma-se a nunca buscar uma solução criativa.

Perguntas certas

Isaac Newton, inglês que viveu no século XVII, revolucionou o estudo da física ao desenvolver as principais teorias da gravidade. Se ele tivesse simplesmente reclamado porque uma maçã lhe caiu na cabeça, talvez não tivesse pensado em um modo de explicar por que aquela fruta caiu sobre ele.

Albert Einstein, alemão que formulou a teoria da relatividade, se tornou notável ao resolver um paradigma científico formulado por Newton 200 anos antes. Enquanto todos os outros achavam que o problema não tinha solução, ele simplesmente olhou de forma criativa para o céu e fez uma pergunta simples e divertida: será que a luz faz curva?

A primeira postura para quebrar os paradigmas é fazer as perguntas certas. Não é maravilhoso? Você só precisa formular dúvidas. Os chineses quando contratam alguém sempre perguntam: você tem dúvida? Em geral o candidato, afoitamente e cheio daquela autoconfiança corporativa responde com tom super afirmativo: não tenho dúvida. E aí o seu líder ou examinador lhe diz: você imaturo. Mas se ele responde que tem dúvida, vai ouvir: você maduro né. Claro que logo após ele espera que o seu funcionário formule uma dúvida criativa. Igual como uma criança fazendo aquela pergunta criativa que deixa o pai todo orgulhoso frente às visitas.

Quando alguém vem falar que algo não tem solução ou não vai dar certo, é preciso questionar ‘por que não?’. Dizer isso de forma fundamentada ajuda a avaliar se há alguma chance de quebrar um paradigma e transformar algo impossível em um bom resultado.

Depois, é preciso dizer “e daí?” para os acomodados e pessimistas que previam resultados desastrosos para um projeto ou processo inovador. O criativo deixa-se envolver pelo problema para encontrar a solução, mas não se deixa ser engolido por ele. Essa diferença demonstra atitude proativa diante das dificuldades e vontade de enfrentá-las.

Disseminando criatividade

O ambiente é determinante para incentivar a criatividade. O mercado está sempre mudando. Por esse motivo, a criatividade e a inovação são as chances que as empresas têm para se renovar. Mas há empresas que pensam no mercado como algo sempre igual. Uma empresa criativa só se faz com pessoas criativas.

É uma questão da cultura da companhia. Uma secretária criativa vai estimular seu executivo e vice-versa. É uma cadeia de Criatividade. Até a copeira vai sentir que pode servir o café de um jeito novo. Não é preciso ser um Professor Pardal, basta buscar fazer as coisas de forma mais prazerosa, inovadora, profissional e produtiva.

A mais famosa pesquisa sobre a capacidade criativa foi feita por dois americanos, os pesquisadores  George Land e Beth Jarman. A conclusão, publicada no livro Pontos de Ruptura e Transformação (Cultrix, 1995), mostrou que os níveis de criatividade caem drasticamente ao longo da vida. O estudo acompanhou 1600 jovens durante 15 anos. Os testes de seleção de cientistas e engenheiros inovadores da agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) serviram de base para o estudo. Na primeira aplicação da prova, em crianças com idades de três a cinco anos, o índice de criatividade medido pelos pesquisadores foi de 98%. Aos dez anos, esse percentual caiu para 30%, e diminuiu novamente para 12% quando os mesmos voluntários estavam com 15 anos.

Um levantamento similar feito pela dupla, dessa vez com 200 mil adultos, verificou uma capacidade criativa de 2%. Uma das explicações para o fato é de que o ambiente – escola, família e trabalho – não incentiva a criatividade, mas a repetição de modelos já testados – e nem sempre eficientes. Nós adoramos entrar na zona de conforto. E vamos ficando medíocres. Na média silenciosa dos que não lideram novas bandeiras.

Mas é cientificamente comprovado que uma vida robótica é ruim porque não estimula o cérebro a produzir novos caminhos. Os velhos caminhos, soluções de sempre não estimulam a produção de neurotrofinas . Neurotrofinas são as proteínas que fazem as pontes entre os neurônios. E elas começam a diminuir após os 25 anos. Buscar caminhos novos, quebrar rotinas, ver as diferenças nas coisas iguais. Ou ver igualdade nas coisas diferentes estimula a produção de neurotrofinas.

O que precisamos saber é que tudo pode ser feito, sempre, de uma maneira melhor. E, para as empresas, a mensagem é de que estimular a criatividade é o caminho para antecipar necessidades e fabricar um futuro de sucesso. A necessidade é mãe da inovação. Mas ela precisa ser reconhecida. E a criatividade, é a melhor mola para a competitividade agradável e feliz.
Um bom começo é ler o Guardador de Rebanhos de Fernando Pessoa. E começar a praticar o que ele diz: penso com os olhos, penso com os ouvidos…

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Américo Barbosa, empresário de Comunicação, palestrante, professor em cursos de pós, especialista em Gestão de Pessoas, Criação e Inovação e doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (americo @ egocomunicacao.com.br ).

O que uma menina de 13 anos tem a ensinar sobre tempo para Pais e Mães?

Estive na cidade de Dourados-MS este mês para uma palestra e conheci a Vitória, uma menina de 13 anos que é simplesmente uma leitora como poucas pessoas que conheço. Só que em um País como o nosso que conhecimento acaba criando uma “casta”, ela sofreu até bullying por ler tanto.

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Provavelmente ela já leu mais livros em 13 anos que a maioria dos Brasileiros, que infelizmente só leem espontaneamente apenas um livro por ano.

Agora o que faz isso acontecer? Com certeza as razões são diversas e além da minha competência de tentar explicar. Mas uma eu posso falar: o tempo dos pais para os filhos.

Se os pais não estimulam a criança com histórias para dormir, se a criança não vê os pais lendo, se não tem livros em casa, você não cria o modelo mental da leitura. Pais sem tempo de ser pais não tem tempo de criar a leitura na casa.

Quer filhos que leiam e que tomem suas próprias decisões? Comece a arrumar tempo para ler e para despertar em seus filhos a paixão pela leitura. Tempo é a base da leitura.

Eu pedi para a Vitória, me escrever uma redação sobre como ela usou o tempo dela de ler. Abaixo segue o texto na íntegra, sem revisões, corte ou comentários. Esse texto fala por si só. Que tal tirar um tempo para ler?

Como ocupei meu tempo para gostar de ler

Meu nome é Vitória e eu amo ler. Tenho treze anos e comecei a gostar de historias aos dois, quando minha tia Heloisa e meu tio Noé me presentearam com uma coleção de contos clássicos, livrinhos que meus pais e tios liam toda noite para mim. Sem duvidas aquele foi o melhor presente que já ganhei! A partir daí ganhava de presente livros de todos meus familiares. Cada dia (noite, para ser mais exata) me encantava mais com aquele mundo de fadas e bruxas, príncipes e princesas, e todas aquelas fantasias. Então cheguei à idade de ir à escola. Estava mais que ansiosa para aprender a ler sozinha e ter como devorar livros sem ter que ficar incomodando meus pais com "tonta um historinha pra mim?" "tonta mais uma historinha pra mim?" E enfim chegou o dia de começar a juntar as letrinhas. Nessa idade já tinha minha pequena coleção de livrinhos, era ver aquelas coleções que já fazia carinha de cachorro que caiu da mudança para meus pais. Então com sete anos já lia melhor e li minha primeira coleção de verdade, Harry Potter. O menino que sobreviveu me encantou desde o primeiro livro.

Com nove anos veio a mudança de escola, com essa idade eu realmente devorava os livros, já havia terminado a saga do testa rachada lia Percy Jackson e quantos outros ganhasse, onde ia levava um livro. Mas a nova sala não foi receptiva. Por gostar tanto de livros me achavam estranha, e por assistir jornal e estar sempre querendo usar palavras novas, me chamavam de doida. Não tinha amigos. Meus pais me ajudavam, mas prefira não contar muito, pois já tinham problemas demais. Então comecei a me agarrar cada vez mais aos livros. Qualquer momento livre eu lia. Neles ninguém poderia me magoar, eu viajava e me sentia imensamente feliz. Mas não deixei de sofrer com as ofensas. Até que três meninas muito especiais entraram na minha vida. Gabriele, Vitoria e Maria Eduarda se tornaram minhas amigas. As melhores que poderia pedir. Continuei louca por livros. E enquanto mais lia mais aprendia, eles me ajudaram a parar de me entristecer pelos comentários, que passei a ignorar. Já no sétimo ano não me via mais estudando naquela sala. Lembrei-me de uma lição aprendida em minhas historias preferidas, para mudar o mundo mude você mesmo.

Então mudei, mudei de turma, de postura, de rotina. Essa foi minha melhor escolha. Conheci novas pessoas, fiz amigos que me ajudaram a melhorar como Keli e Laura, achei pessoas que também gostavam de ler, mas nunca me esqueci dos velhos amigos. Leio os novos como se fosse sempre o meu primeiro livro, abro novamente os antigos. Pois o maior favor que se pode fazer a um livro é lê-lo. E o faço a qualquer hora ou lugar. Hoje o Importante da minha vida são meus livros.

Vitória Jacques Barrera de Almeida

A Gratidão em saber perder

Você já pensou o quanto perder é importante em nossa vida? Eu acredito que a vida seria péssima se tivéssemos tudo que desejamos. Se bastasse esfregar a lamparina mágica e pedir algo para um gênio realizar, a vida seria um porre.

Não podemos ter tudo que queremos e não podemos ter tudo ao mesmo tempo. Ficaríamos loucos se tudo acontecesse rapidamente. Você pode não acreditar, mas se pensar bem, vai ver que a vida ficaria sem graça.

Por isso inventaram o tempo, para dosar nossas decisões, para aprendermos a dar valor nas vitórias e nas derrotas, algumas vezes, também. Para sabermos que a jornada é muito melhor que a chegada ou a largada. O tempo serve para nos limitarmos de nós mesmos e ao mesmo tempo sermos abundante.

Por isso inventaram a administração do tempo, para você aprender a lidar com a magia que o tempo é, para ser o alquimista da vida, o arquiteto dos momentos e o empreendedor das realizações.

E nesse processo perder é importante. Perder é aprender a dar valor àquilo que, muitas vezes, tínhamos mas não aproveitamos, pelo simples fato de já termos, ou de estar lá todos os dias.

Pessoas perdem familiares e amigos queridos e só então lembram que deveriam ter dedicado mais tempo a eles. Pessoas perdem a saúde quando não podem comer aquele prato favorito. Pessoas perdem amores quando acham que a rotina apagou o encantamento. Pessoas perdem a vida, quando não sabem dar valor ao seu tempo.

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E por isso a perda é importante. Pois todos já perdemos algo e ainda iremos perder outras coisas, mas a perda existe, justamente, para aprendermos a ganhar e a valorizar. Pois é apenas quando nos tornamos gratos por tudo aquilo que temos que podemos ganhar mais. A vida é abundante para quem aprende a perder e a ganhar, para isso que serve seu tempo.

Que você comece o ano sendo grato por tudo aquilo que já tem. Pare cinco minutos no seu trabalho e escreva a lista de seis coisas ou pessoas que você é muito grato. Envie um SMS, um Twitter, um e-mail e agradeça. Valorize. Veja o resultado.

Não espere perder para dar valor ou descobrir a importância da perda em nossa vida!

Eu sou grato pelo tempo que você dedicou lendo este texto e todo o conteúdo que indiquei.

Obrigado por você estar aqui e permitir que eu realize a minha missão.

Até a próxima!

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