Sua Empresa é Social?

Se você não está levando muito a sério essa onda de redes sociais, é melhor começar a colocar o assunto na pauta da sua estratégia. Uma pesquisa recente, mostrou que o tempo dedicado a redes sociais pelos internautas quase dobrou em um ano. Os internautas de todo o mundo passaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.

Em um tempo não muito distantistock-social-network e ter um site na Internet era mais do que suficiente para sua empresa estar na “era digital”. Hoje em dia ter um site é muito pouco, ou para algumas empresas quase nada. Alguns segmentos de empresas, como por exemplo, prestadoras de serviços online, não atraem muita confiança do consumidor se não tiverem um canal de contato rápido como blog, twitter ou fóruns de discussão.

Na Triad, descobrimos que nossa taxa de conversão de vendas triplica quando o usuário passa a nos acompanhar via twitter, blog, youtube ou facebook. “Isso mostra que a empresa está sempre preocupada em fazer coisas novas, nos manter informados. Parece que estamos mais próximos e isso me deu confiança em comprar”, afirma Maria de Fátima, em pesquisa realizada com nossos clientes sobre a decisão de compra após um tempo acompanhando nossas redes sociais.

É um caminho sem volta, se sua empresa quer estar mais próxima do seu cliente, não espere que ele coloque na agenda um compromisso de visitar seu site a cada 15 dias para ver as novidades, isso não existe. As pessoas gostariam de acompanhar sua empresa, se ela der essa oportunidade. E como fazer isso?

O primeiro passo é levar a questão a sério, não adianta começar o processo e parar no meio, fica feio e passa desconfiança de algo que não é atualizado há tempos. Precisa ter alguém responsável por redes sociais na empresa, não recomendo terceirizar essa pessoa, talvez a execução com uma agência web, mas alguém de dentro precisa ser a ponte e trazer essa mentalidade para a organização.

As redes sociais que sua empresa irá participar depende muito de sua estratégia, as mais comuns são:

  • Blog – Um blog corporativo com coisas úteis e práticas, novidades sobre seus produtos e serviços, cases, dicas de uso, sugestões de clientes, perguntas e respostas é uma ferramenta extremamente importante. Vale tomar cuidado para que o blog não seja uma coisa unilateral, precisa ter a participação dos leitores (e isso inclui críticas e saber lidar com elas). Atualize no mínimo duas vezes por semana.redesocais
  • Twitter – É uma forma de comunicação rápida, permite avisar de novidades, problemas, novos artigos no blog, promoções, etc Se bem monitorado pode ser uma excelente fonte de prospecção de novos clientes ou até servir como uma espécie de extensão do seu serviço de SAC. Atualize pelo menos 3 vezes ao dia.
  • Youtube / Facebook / Orkut / LinkedIn – Essas e outras redes sociais permitem criar uma comunidade de pessoas que gostam do seu produto e serviço e querem ver novidades, vídeos, fotos, eventos e outras coisas. Em minha opinião são as que dão o maior trabalho para manter da forma correta, precisa ter gente pensando em conteúdo ou as pessoas perderão interesse nesses grupos.

Existem diversos sites na Internet que permitem integrar todas essas mídias. Por exemplo, quando post um artigo no meu blog, automaticamente vai para o Twitter, LinkedIn e Facebook. Com apenas um clique estou atualizado em todas as minhas redes, isso ajuda a não perder muito tempo

Coloque esse assunto na pauta da sua estratégia, selecione a equipe correta, comece a acompanhar e principalmente: meça os resultados ou serão apenas estratégias soltas que ninguém verá o retorno do investimento.

Se já estiver social conecte-se comigo utilizando os ícones ao lado para acessar minhas redes no Twitter, Facebook, Linkedin e outras.

Nova Seção: Brasil Econômico

Como eu já havia mencionado antes, sou colunista do Jornal Brasil Econômico com uma seção sobre empreendedorismo. A partir de hoje começo a replicar o artigo aqui também 1 dia útil depois que ele sair no Jornal impresso.

Quando falo sobre empreendedorismo, obviamente que é baseado em minha experiência como empreendedor, a observação de outros empreendedores que tenho contato e sempre dando uma “puxada” para os assuntos de produtividade e estratégia que são o que mais gosto.

Esse assunto também está ligado ao novo Programa que vamos lançar em Abril na Triad, com foco em empreendedores. Em breve mais novidades…

O que você vai fazer no Dia Internacional da Mulher?

Hoje é o dia Internacional da Mulher e obviamente não poderia de deixar de fazer alguma referência a essa data especial.

Em 2007 quando lancei o livro Você Dona do Seu Tempo, passei um ano mergulhando no dia-a-dia feminino, aprendi um montão, mudei como pessoa e acabei com o meu pensamento de que gestão de tempo para homens e mulheres era completamente igual. Agradeço a Deus e a Roseli da Editora Gente por essa oportunidade única, que na minha opinião todo homem deveria fazer pelo menos uma vez na vida.

Eu sempre recomendo as pessoas que façam uma “reunião consigo mesmo” para recompor seu nível de energia e equilíbrio e hoje mais do que nunca a mulher deveria parar alguns minutos nessa correria diária e dedicar um tempo a si própria.  Fazer algo de importância elevada para sua vida. mulher-feliz-grande

Hoje na Triad, eu fiz o dia ter 25 horas para as mulheres. Todas ganharam 1 hora para sair mais cedo e aproveitarem do jeito que quiserem. Que tal fazer isso ai na sua empresa se tiver algum cargo gerencial? Não custa muito e pode fazer uma grande diferença, no que a mulher mais precisa: tempo!

Na verdade acho que o dia Internacional da Mulher, serve para os homens refletirem sobre a importância feminina no seu dia-a-dia. Para pararmos um pouco de olhar pro nosso próprio umbigo e olharmos para a pessoa que está do nosso lado, e muitas vezes, não damos o valor devido. Não porque não gostamos, mas porque nos expressamos mal ou achamos que já “é de conhecimento público seu amor por ela”.

Para nós homens, verdadeiros atores desse dia, deixo um pouco do que aprendi nesse processo e ainda aprendo com as cabeçadas, alegrias e erros do dia-a-dia com a minha esposa:

1 – Mulherem tem mais urgências – Muitas vezes elas nem percebem que entram na urgência e esperam inconscientemente que a gente ajude a organizar melhor sua rotina, com uma dica, assumir algumas responsabilidades ou simpeslmente uma palavra de apoio. (Ontem minha esposa zerou o Inbox dela e mandou um e-mail toda orgulhosa! Não merece os parabéns? Claro que sim! É um mérito! E ainda perguntou se as horas planejadas estavam boas para hoje! Linda!)

2 – TPM deve ser um porre – imagina uma dor mediana de um chute no saco durando alguns dias todo mês. Você não ia ficar nervoso, irritado e com vontade de morder o mundo? Então, perdoe ela nessa semana crítica. Dê chocolate ou apenas sorrisos. (Minha mulher sempre quer me matar nessa semana pelo motivos mais banais, o negócio é aceitar, sorrir e ter a certeza que depois fica tudo bem – mesmo que ela não peça desculpas por isso)homem_flores2

3 – Mulheres gostam de falar e de serem ouvidas – Mas a gente gosta de ficar vendo TV em silêncio! Puxe assunto, pergunte sobre o dia dela, o que você pode fazer para deixá-la mais feliz. E lembre-se, que por mais que você faça isso, nunca será suficiente.

4 – Elogie os pequenos detalhes – constantemente – Viu sua esposa sair de casa toda elegante para trabalhar? Elogie, diga o quanto ela é bonita. Repare nos detalhes. Elas podem não pedir, mas adoram ouvir esses elogios. O melhor dessa história é que você começa a criar uma admiração maior ainda por ela! Diga o quanto ela é gostosa, cheirosa e sexy! Se você não fizer, outro cretino pode fazer e ai já viu né?

5 – Elas não pedem, mas querem sua ajuda – Arrumar a cama, lavar uma louça, colocar as crinças para dormir, ir na padaria, etc. Coisas simples que a gente não curte muito fazer e se ninguém pedir não fazemos mesmo! Surpreenda, faça antes de pedir e não espere que ela coloque uma faixa no prédio te agradecendo por isso.

6 – Mande um SMS de vez em quando – Você já enviou um SMS para as mulheres importantes da sua vida? Faça isso de vez em quando só pra dizer que ama ela… Não há mulher que não fique feliz quando recebe uma dessas mensagens na hora mais inesperada, é a certeza de que você pensa nela, mesmo quando não está com ela!

E você? O que tem aprendindo com as mulheres da sua vida? O que vai fazer por ela no dia Internacional da Mulher? Que dica daria para mim e para nossos leitores?

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER, para você Homem e para você Mulher!

Como escrever seu livro? Parte 3 – Publicação

Este post vai explicar como você pode fazer para publicar seu livro. Como já falei antes, esse post é exclusivamente minha opinião ou o como eu fiz, o que não significa que “deve ser somente desse jeito”. Na parte 2, eu falei sobre o processo de criar o conteúdo do livro, neste post vou considerar que o livro está pronto.

Sim, o livro precisa estar pronto ou pelo menos bem no caminho delivroforno finalizar para uma editora dar crédito. Pensa assim: lançar um livro é um negócio de risco para a editora, eles tem de apostar em alguém, pagar todos os custos de revisão, capa, marketing e distribuição e correr o risco do livro encalhar na prateleira. Por isso, se você for uma pessoa desconhecida, a análise será muito mais criteriosa, se tiver algum tipo de visibilidade a coisa facilita, mas não resolve tudo. Se tiver só a idéia, ela não vale nada, por mais brilhante que seja, é apenas uma idéia.

1 – A escolha da Editora

Escolher a editora não é fácil, existem centenas de opções no mercado nacional. A editora é sua sócia no livro e como qualquer sociedade escolha bem, por isso cuidado com a escolha. Você não pode escolher uma editora porque ela simplesmente quer seu livro, você precisa pensar nos objetivos do seu livro e se ela tem a ver com o mercado do seu livro.

Se você escreveu um livro de negócios procurar uma editora de auto-ajuda pode ser um tiro no pé. Claro que hoje a maioria das editoras publica muitos estilos, mas ela é sempre mais forte em um ou outro tema e isso faz diferença no posicionamento com o livreiro. Por exemplo, nas editoras que tenho livro publicado:

Editora Gente – Começou com foco em auto-ajuda, ainda é o carro chefe, mas no último ano com a nova gestão andou fortalecendo e se posicionamento na área de negócios.  (Você Dona do Seu Tempo)

Editora Agir – É do Grupo da Ediouro (se não me engano o maior do País), seu foco atual são os livros de negócios. (Estou em Reunião)

Editora Thomas Nelson – É uma editora Americana que tem participação do Grupo da Ediouro, publica livros de auto-ajuda, finanças  e negócios. (Mais Tempo Mais Dinheiro)

Editora Campus – É a Premium no segmento de gestão/negócios/educacional, publica os principais nomes americanos. São livros caro, para um público premium.  (A Tríade do Tempo)

Quando eu estava no Capítulo 7 do Livro A Tríade do Tempo, eu não tinha uma editora, nunca ninguém tinha ouvido falar do meu nome, mas eu tinha um sonho gigante de publicar esse livro. O que eu fiz foi listar as 10 editoras de negócio com sites com contato (não conhecia ninguém da área) e comecei a enviar e-mail com um pequeno sumário do meu livro. Na época das 10, apenas 1 me respondeu (depois de enviar pelo menos uns 10 e-mails para cada editora), marquei uma reunião com o Editor (o cara que lê e aprova ou rejeita o livro) e ele gostou do que leu. Falou que ia ler o livro e me enviaria uma proposta.

Nesse meio tempo, eu continue escrevendo e conheci no Empretec uma pessoa que se tornou um grande amigo e que admiro, Ricardo Galuppo. Que é um dos grandes jornalistas desse País, passando por chefias nas Revistas Veja, Exame, Forbes e hoje Brasil Econômico. Na época ele estava sendo o Ghost Writer (cara que escreve por outra pessoa) do Abílio Diniz. Como conheci O CARA, eu pedi a gentileza (como nunca tinha escrito nada) dele revisar um capítulo do meu livro e dizer se estava ou não legal. Ele revisou e gostou tanto que revisou o livro inteiro e não só isso, me indicou para o Editor da Campus (Marcelo Mello – hoje companheiro de blog na HSM) que leu o livro e gostou.

Na época eu tinha 23 anos, cara de criança e um livro na mão. O Marcello delicadamente disse: “legal, mas na hora da capa você se importa de não ter sua foto? Porque se o pessoal ver sua cara de criança não vão dar credibilidade. É melhor o cara ler e não ver, nesse caso!” E assim foi, deu certo e hoje tenho 4 livros e um saindo forno.

2 – A negociação com a Editora

Quando a editora aprovar seu livro, eles vão enviar um contrato e ai a coisa começa. Quem acha que vai ficar milionário com livros é negociacao melhor repensar a idéia.

Em geral em uma primeira negociação com um autor desconhecido a editora vai te pagar no máximo uns 8% sobre o valor de capa do livro.

Isso significa que se seu livro sair na livraria por R$ 30,00 você irá receber R$ 2,4/livro e ainda precisa descontar os impostos desse valor (PJ ou PF). Aliás o preço de capa do seu livro, deveria estar na discussão inicial do contrato, quem decide isso é a editora, mas você pode tentar influenciar.

As editoras pagam em média a cada quatro meses ou seis meses, eles apuram as vendas, diminuem de devoluções, descontam os impostos e depositam na sua conta. Ou seja, no começo você vai receber pela venda dos seus livros 2 ou 3 vezes no ano! E olhe lá!

Outro ponto interessante a observar no contrato são as cláusulas de rescisão, internacionalização, distribuição de conteúdo em seus próprios cursos ou textos e marketing.

Esse último tópico é importante, pois sem marketing um livro raramente sai do lugar. No meu primeiro livro o marketing foi praticamente zero, ou seja, põe na livraria e vê o que acontece. Hoje é uma das coisas que brigo na negociação e o que me faz decidir por uma ou outra editora.

Esse é assunto grande, vou abordar no último post dessa série, falando especificamente sobre marketing do livro, marketing pessoal, buzz, ações de web e etc. Até!

Equipe Feliz gera Resultados

Estamos vivendo uma época de similaridade no mercado. A grande parte dos produtos e serviços são muito parecidos, qualidade já não é mais diferenciação, é mais do que a obrigação e quem não tiver vai sair do mercado a curto prazo.

O fator preço merece um comentário adicional, mas também já não é tão decisivo como foi em outras épocas. Com o advento da tecnologia e especificamente dos sites de comparação de preço, o consumidor está mais do que nunca no comando. Ele pode rapidamente observar quem tem o melhor preço a oferecer e na maioria dos casos a diferença é praticamente nula.starshutterstock_10000921

Outra  semana estava em uma livraria e vi uma cena que com certeza vai ser mais comum a cada dia. Uma pessoa do meu lado após consultar o preço do livro, começou a navegar no seu smartphone em um site de comparação de preços e viu que o livro estava um pouco mais caro na livraria do que o preço online de outra loja. Ele chamou o vendedor, mostrou o site e perguntou se ele conseguia cobrir a diferença de R$ 7,50 para ele levar o livro.

O vendedor com muita má vontade respondeu que ele não podia fazer nada para cobrir o preço e saiu andando. O cliente deixou o livro e o DVD que ele estava na mão e foi embora da loja. Provavelmente pensará duas vezes em voltar naquela livraria. Provavelmente não foi a diferença que fez ele desistir da compra, mas o atendimento, a falta de carinho com o cliente.

Em um mundo similar e high-tech, o empreendedor precisa estar preocupadíssimo em criar o que faz a verdadeira diferença: uma equipe feliz e de boa vontade para atender seu consumidor. Isso verdadeiramente supera qualquer tipo de processo, certificações de qualidade, sistemas de informática. Pessoas felizes fazem um atendimento excepcional e criam uma equipe feliz, que por conseqüência gera clientes satisfeitos e que com certeza vão voltar e indicar aos amigos.

Isso é óbvio, simples, mas é raro hoje em dia, não é verdade? Qual a última vez que você se lembra de um atendimento excepcional? Sua empresa tem esse tipo de atendimento que você espera? Seu concorrente tem?

Muitos empreendedores acreditam que pessoas felizes são feitas apenas por salários maiores e isso não é verdade. Dinheiro é importante, mas não é tudo. Existem pequenos “mimos” que custam pouco para a empresa e podem ajudar a criar uma equipe mais satisfeita, como por exemplo:

  • Dia do Aniversário – Experimente dar meio período de bônus para o funcionário que fizer aniversário, assim ele pode curtir esse tempo com a família e fazer coisas importantes no seu dia especial.
  • Dê tempo para eles – Processos, sistemas, metas dependem de pessoas e pessoas dependem de tempo. Invista em treinamentos e softwares de administração de tempo e produtividade, com foco em ajudar pessoas a terem maior equilíbrio na sua vida pessoal X profissional. Os resultados são visíveis rapidamente.
  • Alinhe semanalmente o time nas metas importantes da empresa e faça com que pequenas atividades ajudem a refletir nos indicadores das metas, visivelmente.
  • Faça uma pesquisa de sugestões e veja como melhorar o clima na empresa. Pequenas ações podem dar excelentes resultados.
  • Recompense e comemore. Não se esqueça que pequenas vitórias devem ser recompensadas e comemoradas. Por que só fazemos festa de final de ano? Que tal uma festa por fechar um mês acima da metas?

O que faz sua empresa única no mercado? Sua equipe respira e vive esses valores? Da próxima vez que pensar em como melhorar os resultados da empresa, não se esqueça de pensar em como tornar pessoas felizes. Isso deve fazer parte da sua estratégia empreendedora e não apenas do departamento de recursos humanos.

Agenda de papel, digital, smartphone ou memória?

Eu tenho recebido várias perguntas sobre qual a melhor agenda para registar suas tarefas, compromissos e a estratégia com tecnologias como Outlook, Neotriad, Google, etc

 

….Procurei nas matérias do seu blog mas não achei nada relacionado a agendas, apenas na matéria do que levar para uma reunião você cita essa anciã. Minha dúvida é o seguinte, todo ano em muitas empresas recebemos aquela bendita agenda, existe alguma utilidade para ela quando agente utiliza o NEOTRIAD para organização pessoal e profissional?  Você utiliza agenda? Como não tenho smartphone entendo que perco a mobilidade do seu sistema, acho que a agenda seria boa nesse caso, levaria para uma reunião anotando compromissos e tarefas e uma vez na minha mesa passaria a limpo esses dados para o NEOTRIAD. Você acha boa essa estratégia ou seria um retrabalho desnecessário? Até porque para esse fim um simples bloco de nota também atenderia não precisando ser uma agenda propriamente dita…”  from Gabriel

 

Minha opinião mudou ao longo dos anos, quem leu meu livro em 2004 vai ver que eu recomendava utilizar um Planner ou uma Agenda para centralizar suas atividades. Isso tinha a ver com a minha origem na gestão de tempo, com a FranklinCovey e a DayRunner. Eu era tímido a recomendar o uso de celular ou software naquela época, pois achava que as pessoas ia demorar a adotar.oldplanner2

Os tempos mudaram, as pessoas mudaram a tecnologia mudou e hoje eu escancaro que Planners, Agendas, serão coisa do passado em uma década, talvez menos. Com o lançamento do IPad e com o que vai surgir de dispositivos similares nos próximos anos (e softwares que estamos fazendo), quem vai querer uma agenda de papel, se poderá substituir por outra coisa que tenha a mesma “sensação de escrita” só que com mais recursos? Sem dúvida planners vão ficar na história junto com os bips, telex, etc. Eu vou guardar o meu para mostrar aos meus netos.

Existem 3 perfis de pesso as no uso de ferramentas de produtividade:

  • Tradicionais – que adoram agenda, cadernos, planners, etc São as pessoas que precisam escrever suas prioridades. Gerações: Senior, Baby Bommers e X. Os X serão totalmente abduzidos por “Ipads” em breve, os outros vão usar seus planners até a aposentadoria.
  • Mistos – é o perfil predominante nas empresas atualmente e nos próximos anos. É composto por pessoas que usam o Outlook / Notes / Neotriad / etc para agendar compromissos, tarefas, etc mas também usam o caderno para anotações. Gerações: alguns Baby Bommers, X e Y.
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  • High Techs – São pessoas que não tem mais caderno, usam absolutamente tudo digital. Com o avanço dos netbooks e smartphones eles estão ganhando espaço na sociedade. Gerações: Y e Z.

Não tem um melhor do que o outro, o seu perfil vai ditar as ferramentas que você vai usar. O maior problema de produtividade reside no Misto que fica com diversos “lugares” com prioridades e ai se perde na hora de planejar. Por isso precisa escolher um único ambiente para centralizar pelo menos as tarefas.

Minha mãe usa planners desde 1975, tradicional completa, e a maior prova de que os tradicionais vão migrar para o estilo misto. Ela hoje usa um caderno para suas anotações, agenda (ela é bem tradicional) e Neotriad para tarefas e agenda (replicando a de papel). Ela prometeu que ano que vem fica só com caderno e Neotriad.

Eu sou um misto que migrou para o high-tech. Eu não uso mais caderno, planner ou qualquer coisa para anotar na reunião. O que eu uso? Se estiver com ele, meu netbook com o Neotriad Organiza aberto para anotações (ele synca pro Neotriad). Se não estiver com o netbook, uso meu smartphone para registrar os próximos passos. Tudo, absolutamente tudo que preciso fazer vira tarefa no Neotriad (sincronizado ao meu Outlook), quando chego da reunião, antes de ver e-mail ou qualquer outra coisa, transforma as anotações em tarefas se necessário.

Na minha mesa eu tenho um caderno sem pauta (100% folhas brancas) aonde gosto de fazer meus rabiscos de idéias, layouts, mapas mentais e depois vai tudo pro computador.

Quando acompanho executivos é a primeira coisa que vou mudar, as ferramentas. Eu tento abolir a agenda e usar um caderno com esse foco de anotar–>transformar em tarefa ao chegar na mesa. É o primeiro passo passo resultado acontecer. Compararando executivos mais seniores (>55 anos) que só usam planners e um misto, sem dúvida o misto ganha em performance.

E você? Qual sua estratégia?

A riqueza na base da sua empresa by Alessandra Assad

Esse texto é da minha amiga, palestrante e consultora empresarial Alessandra Assad (http://www.alessandraassad.com.br/). Vou aproveitar o embalo e em breve irei publicar meus textos sobre estratégia da minha coluna do Brasil Econômico.

Onde está o lucro das empresas? Já não é de hoje que muitos dos grandes estudiosos de management sinalizam que as classes menos favorecidas deveriam despertar a atenção dos empreendedores para as oportunidades que existem na base da pirâmide. O indiano C. K. Prahalad, defende que a riqueza de uma nação pode estar na base da pirâmide social. E o que impede, da mesma forma, que a riqueza da sua empresa esteja na base da pirâmide social dos seus funcionários?

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Para termos sucesso no mundo em que estamos entrando, precisamos ampliar o modo de pensar sobre os negócios, e isso corresponde a um novo conjunto de modelos mentais, no qual o grande desafio é a busca da gestão que cria resultados através das pessoas. O futuro do seu negócio pode estar no chão da sua fábrica ou com o pessoal de operações.

Prahalad defende que concentrar-se na classe menos favorecida pode ser uma grande estratégia não só para a diminuição da pobreza, mas principalmente pelo fomento ao empreendedorismo e o surgimento de inovações criativas a partir de um público altamente consumidor e consciente de alguns valores da sociedade, que em muitas outras classes acabam perdidos. A partir do momento em que os gestores prestarem serviços para o cliente interno menos favorecido, teremos um novo cenário econômico dentro das empresas.

Fala-se tanto de estratégia para alta gerência e diretoria, mas é preciso consciência de que de nada adianta grandes estratégias se não houver grandes executores na outra ponta. E uma execução bem-sucedida requer uma gestão de mudança eficaz. A falta de suporte da alta administração e recursos financeiros insuficientes são hoje os principais problemas da execução da estratégia em organizações. Como podemos querer a riqueza das empresas se deixamos a base sobreviver na pobreza?

Thomas Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT defende que cada vez mais, as empresas competirão de acordo com a sua capacidade de dar sentido à vida. Então esse talvez seja o grande significado do sentido da frase “colocar as pessoas no centro dos negócios”. Não significa apenas colocar mais pessoas no centro da tomada de decisão, mas principalmente significa colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento empresarial. É ter a visão para enxergar a riqueza e fazê-la acontecer a partir da base da pirâmide, de dentro da empresa para a sociedade também.

A rapidez hoje é uma medida de inteligência. E é isso o que torna uma organização inteligente, uma empresa rica, e um país próspero. Onde estão os empreendedores do Brasil?

Redes Sociais ocupam cada vez mais tempo.

Se você ainda não percebeu o mundo mudou! As redes sociais agora são os brinquedos do século XXI. As crianças de hoje serão os adultos que irão usar as redes sociais para tudo amanhã.

Os internautas de todo o mundo p assaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire, divisão da consultoria para análises do mercado on-line. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.
A Nielsen constatou que, de dezembro de 2008 a dezembro do ano passado, a audiência das redes sociais, de forma geral, aumentou 27%, saltando de 242 milhões de usuários únicos para 307,4 milhões. O Facebook foi o site mais visitado, com 67% de toda a audiência dos sites de relacionamento, que passaram seis horas, em média, no site.
No ranking de audiência das redes sociais por país, o Brasil já ocupa o terceiro lugar, com 31,3 milhões de usuários registrados em dezembro. O primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, que teve 142 milhões de visitantes de redes sociais, seguido pelo Japão, com 46,5 milhões.
Web Expo Forum

Meu filho tem 10 anos, ele usa MSN, Skype, joga online com os colegas, usa o Neotriad para gerenciar provas e trabalhos (delegando as tarefas para mim ou para a mãe), faz trabalho da escolha compartilhando a tela com seus amigos via LogMein, manda e-mail pra professora, etc. O de 4 anos já consegue jogar também via Net.

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Eu nunca parei pra ensinar como instalar o Skype, usar o Neotriad ou jogar em rede, ele aprendeu tudo sozinho, naturalmente, um amiguinho ajudando o outro nisso. É colaboração na veia.

Isso não vai fazer do meu filho um anti-social, como meus pais e muitas pessoas pensavam alguns anos atrás, ele combina via Net de ir ou dos amigos virem aqui em casa brincar. É apenas um novo modo de viver, aonde as redes sociais colaborativas fazem parte do dia-a-dia das crianças.

Isso significa que os pais precisam entender essa mudança, que os professores vão ter de gerenciar muito mais seu tempo porque as aulas vão continuar “pós-escola” via e-mail, orkut, etc..

Claro que tudo precisa de limite, deixar seu filho ficar horas e horas no computador para você ficar sossegado é fácil, mas não é certo e ainda pode ser perigoso! Eu logo tudo que meu filho faz e fala na Internet, dou liberdade mas de forma monitorada.

E você? Como lida com as “crianças sociais”?

Como persistir nos sonhos diante das frustrações diárias?

O leitor Carlos Alexandre, enviou uma pergunta que com certeza é comum a todas as pessoas pelo menos uma vez na vida. Vou dar a minha opinião sobre o assunto, se alguém puder complementar com dicas ou histórias pessoais, compartilhem nos comentários!

às vezes podemos fracassar durante a caminhada por problemas afetivos, de stress etc… Como podemos filtrar estas frustrações e acreditarmos novamente no futuro? Pois temos o planejamento, mas com os problemas diários podemos ficar sobrecarregados. Como lidar com essas questões para não prejudicarmos a nós e as outros que estão ao nosso redor? Abraços

Em primeiro lugar é preciso admitir e aceitar que a vida não é uma ciência exata. Óbvio, mas muitas pessoas custam a aceitar essa verdade universal. 

Isso não quer dizer que você deva deixar a vida conduzir você para algum lugar e não criar metas ou nada disso. Muito pelo contrário. Pela imperfeição da vida é que precisamos nos esforçar para criar nosso próprio futuro. E isso é função das metas e da correta gestão do seu tempo.image

Sem “sonhos->metas” não teríamos a esperança de dias melhores e isso seria extremamente frustrante. Por isso precisamos tê-las rodeando nossa vida. Agora quando deixamos de realizar nossos sonhos por causa das urgências, falta de planejamento, terceiros em nosso dia-a-dia a frustração pode ser intensa até depressiva.

O que eu acredito e aplico é:

Persistence1 – Eu planejo minhas metas no máximo de detalhes possível. Claro que não há condições de saber todos os passos ou todas as datas, mas sempre faço um ponto de revisão mensal pelo menos para ficar nos trilhos.

2 – Semanalmente eu coloco alguma atividade das minhas metas na agenda. Isso me dá a certeza que aos poucos a coisa vai andando. Quando a semana está tranquila, vai melhor, quando está enrolada se necessário adio para a próxima semana, sem culpa alguma.

3 – É preciso entender que existe uma linha muito tênue entre a persistência e a teimosia. Eu acho que persistência é acreditar e manter seu ritmo com algum tipo de resultado ao longo do tempo. Teimosia é insistir em uma coisa anos sem nenhum resultado prático. Se for teimosia, simplesmente aceite e remova a meta da sua vida.

4 – Existem algumas metas que são mais difíceis de serem alcançadas, as vezes tem terceiros envolvidos ou números ousados. Isso não pode significar que você estacione e não faça mais nada. Independente do andamento de uma meta, eu não paro as outras. Algo vai acontecer quando me coloco em ação, as coisas sempre fluem.

5 – Quando a meta não sai do lugar em geral o erro está em apenas dois lugares: especificação errada – ou seja, você definiu uma meta que não quer muito ou está além de qualquer possibilidade.

O outro lugar de erro (e mais comum) é o plano de ação, eu já falei milhares de vezes aqui no blog que executamos coisas pequenas (tarefas) com duração máxima de poucas horas. Metas que não andam, tem tarefas ou passos grande demais para execução, ai fica na contemplação.

6 – Sempre tem os “sem fé” que vivem dizendo: esquece isso, faz isso, seu maluco, etc. O que eu faço é agradecer a sua opinião sincera e sigo meu caminho (de preferência longe do pessimista). O que os outros pensam de mim é problema dos outros, certo?

 

Tenho um exemplo pessoal para compartilhar. Quando lancei o livro A Tríade do Tempo em 2004, eu sonhava em ter um lugar de destaque no tema e sabia que isso só seria alcançado com mídia sobre o livro. Defini que queria ter alguma matéria sobre o assunto de tempo relacionado ao meu livro em 10 revistas e 3 programas de TV.

Ok, era uma meta difícil e não dependia só da minha vontade, mas eu tive de criar toda uma estratégia para colocar o assunto de gestão de tempo na mídia (em 2004 pouco se ouvia falar sobre tempo). Contratei uma assessoria de imprensa, comecei a escrever artigos, lançar produtos, enfim fui fazendo o que estava em minha esfera da atuação.

Em 2008 consegui a Veja e em 2009 a Info, fechando as 10 revistas selecionadas. Mas estava difícil os programas de TV. O primeiro que eu queria era o Fantástico, o segundo era o Show Business do João Dória Jr. – que é meu cliente desde os 19 anos e sempre achei um modelo de empreendedor e de planejador (no livro A Tríade do tempo cito muito o João na fase de planejamento). O terceiro era o programa do Jô Soares, que depois do livro das mulheres, acabei trocando pela Marília Gabriela, pois é um programa muito inteligente,feito por uma mulher inteligente.

Ontem gravei para o João! Demorou exatos 6 anos para acontecer. Eu persisti, sabia que uma hora ia acontecer. E aconteceu. Não era teimosia porque estava tendo resultados com os outros programas, sabia que era uma questão de tempo. Agradeço muito a minha amiga Célia Pompéia, que proporcionou a realização desse sonho! Agora só falta Marília Gabriela, vamos ver quanto tempo vai levar!

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Viver não é simples, se fosse, seríamos “smurfs” vivendo em nosso mundo azul perfeito, com o Papai Smurf sendo o presidente e você seria casado com a Smurfeti. Se você não é um Smurf, precisamos de altas doses de persistência, planejamento, gestão do tempo, fé e paciência!

E você, tem alguma história de persistência com resultado ou teimosia anulada?